Pára, diz ela. A culpa não é minha.
Nem minha. Digamos que temos que pagar pelos pecados dos nossos pais.
Isso é desnecessariamente cruel, diz ela com frieza.
E desde quando é a crueldade necessária? Pergunta ele. E em que quantidade? Lê os jornais, não fui eu que inventei o mundo.
Margaret Atwood “o assassino cego”
Nem minha. Digamos que temos que pagar pelos pecados dos nossos pais.
Isso é desnecessariamente cruel, diz ela com frieza.
E desde quando é a crueldade necessária? Pergunta ele. E em que quantidade? Lê os jornais, não fui eu que inventei o mundo.
Margaret Atwood “o assassino cego”
1 comment:
Estou surpreendida! Apercebi-me, confesso que por mero acaso, de um link para o meu blog aqui neste cantinho. Obrigada :) *
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